Principais Obras
Construção e reformas de residências e comércios nos principais e mais conceituados bairros de São Paulo: Morumbi, Planalto Paulista, Mirandópolis, Vila Mascote, Brooklin, Campo Belo, Ipiranga, entre outros.
Construção de hospital no Bairro do Tatuapé.
Construção e incorporação de edifício residencial no município de São Sebastião, Bairro de Boissucanga. (em fase de projeto).
Construção e incorporação de conjunto comercial no município de Indaiatuba (em fase de projeto). Leia mais
Serviços Rápidos
Caso necessite de uma manutenção rápida de telhado, elétrica, hidráulica, marcenaria, reparos em alvenaria, consulte-nos, pois estamos aptos a lhe atender prontamente com equipes profissionais altamente treinadas. Leia mais
Nossa Proposta
Objetivo
O que a Construtora AMC Marander tem a te oferecer?
- Construção.
- Construção de Stands de Vendas.
- Incorporação.
- Desenvolvimento e acompanhamento de projetos imobiliários e industriais.
- Reformas de grande porte.
A Construtora AMC Marander preocupa-se com o meio ambiente usando materiais recicláveis e métodos de produção ecologicamente corretos, inclusive preocupando-se com a sustentabilidade, doando materiais que podem ser reutilizados para entidades beneficentes e cuidando do devido descarte dos resíduos das obras realizadas. Leia mais
Quem somos
A Construtora AMC Marander nasceu da união de profissionais do mercado da construção civil e imobiliário, com alta qualificação e larga experiência no setor.
Com o objetivo de profissionalizar o mercado, cada projeto é tratado como único e tocado por profissionais gabaritados em cada área de atuação, estudo de viabilização, avaliação de áreas, construções, reformas, incorporações, compra e venda, etc.
Votorantim investe pesado em crescimento
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Formica® investe na Construção Civil em 2012
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De acordo com dados publicados pelo IBGE e divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), em 2011, o setor da construção civil teve uma participação de 5,8 % no PIB Total Brasil, registrando, apesar de inferiores a 2010, resultados positivos e um crescimento de 4,8%.
A estabilidade do mercado fez com que as empresas enxergassem oportunidades de expandir seus negócios no País. É o que acontece com a Formica®. No Brasil, a detentora da tecnologia e dos direitos de uso da marca, com exclusividade, é a Formiline Indústria de Laminados Ltda. A empresa decidiu inovar com o lançamento de um piso vinílico, com inúmeras vantagens se comparado aos laminados existentes no mercado, a base de HDF (High Density Fiberboard), visando principalmente os mercados: imobiliário, corporativo e hoteleiro.
Pesquisa e Inovação
Aquaclic® Piso Premium da Formica® é um produto exclusivo da marca e chega ao mercado, com uma tecnologia que garante 100% resistência à água. “Por meio de pesquisas nas principais feiras internacionais do setor e pelas manifestações recebidas por nossos departamentos de atendimento ao consumidor e aos profissionais de Arquitetura e Design, detectamos a necessidade de lançar um piso com maior resistência à umidade, aos riscos e às manchas”, explica José Reginaldo Missiato, gerente de produtos e de marketing da Formica®.
Piso para ambientes com design, tecnologia e sustentabilidade
A impermeabilidade do Aquaclic® Piso Premium é garantida pela sua constituição: substrato de polímeros vinílicos, película com impressão do padrão de acabamento e uma camada de proteção na superfície, com resina de alta resistência, que protege completamente o piso.
Segundo ele, hoje, a tendência, tanto nos ambientes residenciais quanto nos corporativos, é unir as seguintes qualidades no lançamento de um produto: design, beleza, conforto, praticidade, tecnologia e sustentabilidade. “Graças aos dez padrões madeirados exclusivos, o Aquaclic® Piso Premium é extremamente versátil, com inúmeras vantagens de uso e instalação rápida, o que o torna uma excelente opção para os empreendimentos atuais das grandes incorporadoras. Por não utilizar ferramentas especiais, colas e adesivos na colocação, o piso vinílico é também recomendado para reformas, pois pode ser aplicado sobre pisos já existentes. Isso tudo devido a uma tecnologia exclusiva de encaixe, o Uniclic®”, orienta.
O desafio foi também criar um produto que aumenta o isolamento acústico para ser usado em todo o projeto. Por resistir à umidade, o Aquaclic®Piso Premium pode revestir, em apartamentos e casas, do lavabo até a lavanderia, com a vantagem de ter o acabamento similar ao da madeira natural. E por ter uma tela de fibra de vidro em sua estrutura, oferece estabilidade dimensional e estrutural ao piso, evitando rupturas.
Como a cadeia produtiva da construção civil tem papel decisivo na inovação de materiais cujo uso privilegie o ambientalmente correto, uma das características do Aquaclic® Piso Premium é ser ecofriendly, desde a produção, que não utiliza madeira na composição das lâminas e a possível reciclagem após o descarte.
Portanto, com Aquaclic® Piso Premium, a Formica® pretende repetir o sucesso da sua bem-sucedida trajetória também no segmento de revestimento para pisos, garantindo ao consumidor garantia de qualidade. Projetado para o lançamento do produto e para esclarecer as principais dúvidas dos consumidores, o site www.aquaclic.com.br traz a cartela de padrões, o passo a passo de instalação e todas as vantagens do piso pela sua maior resistênci
Cresce o nível de atividade na indústria da construção civil
No relatório sobre a percepção dos empresários do setor, o nível de atividade aumentou de 49,4 pontos.
Depois de apresentar um fraco desempenho nos dois primeiros meses deste ano, o setor da indústria da construção civil retomou o ritmo de crescimento, em março, segundo a pesquisa mensal Sondagem da Indústria da Construção, feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em conjunto com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). No levantamento sobre a percepção dos empresários do setor, o nível de atividade aumentou de 49,4 pontos, em fevereiro, para 5l,5 pontos, em março. Em janeiro, o nível de atividade atingiu 47 pontos. Pela metodologia da pesquisa, em uma escala de zero a 100, sempre que a pontuação fica abaixo de 50, o nível é interpretado como desfavorável. Apesar de ter ocorrido uma ligeira melhora, “estamos [com desempenho] abaixo do de 2010, quando o setor estava bastante aquecido”, lembrou o gerente executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca. Ele observou que, a exemplo de outras pesquisas do gênero, as empresas demonstram maior otimismo em relação aos resultados para o período dos próximos seis meses. Na avaliação dele, a queda na taxa de juros sobre o crédito imobiliário ainda não é suficiente para sinalizar um impacto positivo mais expressivo no setor porque as tomadas de empréstimo envolvem análises mais cuidadosas quanto ao risco de inadimplência e isso pode restringir o acesso. A pesquisa mostra ainda que, no primeiro trimestre, os empresários enfrentaram maior dificuldade para obter crédito, principalmente, entre as empresas de porte menor. Na média, o indicador atingiu 47,1 pontos. Enquanto as grandes empresas consultadas apontaram ter efetuado operações normais, com indicador de 50 pontos, as pequenas situaram-se em 43,9 pontos. Quanto ao problema da falta de mão de obra qualificada, essa foi uma questão que perdeu um pouco a importância para as pequenas empresas, no primeiro trimestre, quando comparado ao resultado do trimestre anterior. O índice desse quesito passou de 55,6 pontos para 52,8 pontos na média das empresas e, no caso das pequenas, caiu de 68,1 pontos para 52,8 pontos. Já o custo da mão de obra seguiu movimento contrário e passou a preocupar mais os empresários, com classificação saindo de 41,4 pontos para 43,8 pontos. No que se refere à utilização da capacidade de operação, houve queda de 1 ponto percentual com a taxa em 70%. A coleta foi feita no período de 2 a 17 de abril com 437 empresas das quais 155 de pequeno porte, 173 médias e 109 grandes.
Conferência GREENBUILDING BRASIL terá nova sede em 2012
A 3ª edição da Grennbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo, principal fórum de discussão sobre construção sustentável no País, vai crescer em espaço e importância em 2012.
O evento realizado pelo Green Building Council Brasil (GBC) e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, terá como nova sede o Transamérica Expo Center, na capital paulista.
A decisão foi motivada pelo sucesso das duas edições anteriores, realizadas na sede da Fecomércio, em São Paulo, e pela certeza de que as discussões sobre os desafios da construção verde no Brasil devem ficar ainda mais aquecidas nos próximos anos. O crescente interesse pelo evento é impulsionado pelo fato do Brasil ser o quarto país no ranking mundial de empreendimentos buscando a certificação LEED, atrás apenas dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos e China. Até agosto foram 35 empreendimentos já certificados e 336 em processo de certificação.
“Com a mudança de local, poderemos atender a demanda das empresas por um espaço com melhor infraestrutura para exposição de produtos, projetos e serviços, além do aumento da capacidade de lugares nos auditórios”, diz Marcia Coimbra, Gerente da Unidade de Negócios de Congressos da Reed Exhibitions Alcantara Machado.
Em 2011, o evento recebeu mais de 1.000 visitantes das principais capitais do Brasil e de países como EUA, Reino Unido, Canadá, Costa Rica e Itália, público altamente qualificado, composto por expositores, palestrantes, arquitetos, engenheiros, consultores, especialistas da área de construção civil e renomados palestrantes internacionais.
Da Redação.
Engenheiros testam efeito de terremotos em elementos não-estruturais dos edifícios
Pesquisa pretende descobrir como manter prédios como hospitais, por exemplo, funcionando durante os abalos
Aline Rocha
Engenheiros da Universidade da Califórnia, em San Diego, estão realizando testes sísmicos em um prédio de cinco andares na Englekirk Structural Engineering Center, com a ajuda da maior mesa de abalos do mundo. O objetivo do projeto é descobrir o que precisa ser feito em prédios como hospitais, por exemplo, para que continuem em funcionamento depois de um terremoto. Os pesquisadores também tentarão descobrir se as barreiras contra incêndios são afetadas pelos abalos sísmicos.
O edifício é composto de dois tipos diferentes de fachadas: os dois últimos andares são feitos de painéis de concreto pré-moldado, enquanto os três andares de baixo estão revestidos com placas de gesso e estuque leve. O prédio está equipado com uma unidade de terapia intensiva, sala de cirurgia, canalização, ar condicionado, barreiras contra incêndios e um elevador, além de uma torre de água e sistema de aquecimento na cobertura.
No primeiro dia de testes, ocorrido há cerca de duas semanas, o prédio passou por abalos da mesma magnitude do terremoto de Northridge, Califórnia, em 1994 (6.7 na escala Richter) e do terremoto do Chile em 2010 (8.8 na escala Richter). Os resultados mostraram que a base do prédio balançou significantemente, mesmo equipada com um rolamento de borracha cilíndrico que isolou grande parte do prédio do movimento lateral que sofreria num terremoto de verdade. Porém, a estrutura que fica em cima destes isoladores sofreu poucas distorções.
Segundo a professora e pesquisadora Tara Hutchinson da Jacobs School of Engineering da Universidade, este teste mostrou que os isoladores colocados embaixo do prédio protegeram os componentes não-estruturais. Ainda de acordo com Hutchinson, os danos aconteceram em objetos ou estruturas que são fáceis e baratos de reparar, como por exemplo, paredes divisórias. Os engenheiros monitoraram o prédio com mais de 500 sensores e 70 câmeras, que gravaram o movimento de componentes internos do edifício.
Segundo informações da Universidade da Califórnia, esta é a primeira vez nos Estados Unidos que uma pesquisa se dedica a estudar vários sistemas não-estruturais e equipamentos que podem falhar durante um terremoto, como por exemplo, elevadores, escadas e inúmeros equipamentos médicos.
Esta seria também a primeira vez que um sistema de isolamento é testado num prédio de larga escala nos Estados Unidos. O sistema é composto de um rolamento cilíndrico de borracha que isola o edifício do movimento lateral durante um tremor. Este isolamento é recomendado para prédios menores e rígidos. Na segunda fase de testes, o sistema foi retirado e o prédio ficou ancorado diretamente à mesa de abalos.
Em relação aos sistemas não-estruturais, que servem como forma de evacuação dos edifícios, os pesquisadores esperam que os testes possam encontrar formas de deixar elevadores e escadas funcionando seguramente durante grandes terremotos.
O projeto também seria inédito em relação a testes de incêndio após abalos sísmicos. Em maio, os engenheiros conduzirão testes de incêndio no prédio, acompanhando as temperaturas e o movimento da fumaça para medir o potencial do fogo. Os pesquisadores e o departamento de engenharia para incêndios no Instituto Worchester Polytechnic devem primeiro estudar o desempenho de sistemas de proteção de incêndio ativos e passivos, que irão oferecer uma melhor compreensão dos danos causados pelo terremoto.
De acordo com Brian Meachan, professor do Instituto Worchester Polytechnic, saber como os sistemas de proteção de incêndio podem falhar durante um terremoto vai permitir que se desenvolvam sistemas mais resistentes e protetores.
Os sensores serão colocados em lugares estratégicos do prédio para medir como os elementos atuam. 230 acelerômetros vão medir o quão rápido o edifício e seus componentes não-estruturais se movem durante as simulações. Além disso, 160 sensores, que incluem GPS de alta resolução, medirão o deslocamento relativo entre dois pontos, enquanto 50 medidores de tensão irão quantificar a deformação dos vergalhões enterrados nas fundações de concreto do edifício. Aproximadamente 80 câmeras estarão focadas no prédio, a maioria localizada no interior para monitorar os elementos não-estruturais.
Testes de incêndio
A intensidade dos abalos durante a pesquisa serão proporcionais a de terremotos já ocorridos, sendo eles: Northridge, Califórnia, em 1994, com magnitude de 6.7; Denali, Alaska, em 2002, com magnitude de 7.9; Chile, em 2010, com magnitude de 8.8; e Peru, em 2007, com magnitude de 8.0.
Portas, tetos, paredes divisórias e materiais resistentes ao fogo que selam aberturas das paredes farão parte dos testes de incêndio. Os sistemas de supressão de fogo também serão estudados, em especial os sprinklers.
Os pesquisadores farão operações durante dois dias no terceiro andar do prédio, que será inflamado com heptano. Com a ajuda dos sensores que gravam a temperatura e o movimento da fumaça, os cientistas saberão como os terremotos afetam o trabalho dos sistemas de proteção de incêndios.
Apesar de incêndios depois de terremotos serem comuns, sabe-se muito pouco sobre o desempenho dos equipamentos de proteção depois dos abalos. As informações recolhidas durante esta pesquisa podem ajudar a construir sistemas mais efetivos. Além disso, o estudo ajudará arquitetos e engenheiros a construírem edifícios mais seguros.
Os dados colhidos serão analisados pelos pesquisadores durante o resto do ano, para que então sejam publicados. O projeto é patrocinado por: National Science Foundation, Network for Earthquake Engineering Simulation, California Seismic Safety Commission, Charles Pankow Foundation, Englekirk Advisory Board, Society of Fire Protection Engineers e parceiros industriais norte-americanos e internacionais.

