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Secovi-SP apoia projeto que possibilita abater do IR juros do financiamento imobiliário

O Secovi-SP defende há anos a possibilidade de o comprador da casa própria abater do Imposto de Renda (IR), os juros referentes ao pagamento das prestações. “Trata-se de uma medida importante para ampliar a capacidade de pagamento das famílias e contribuir para o bom desempenho do crédito imobiliário”, afirma o presidente do Sindicato, Claudio Bernardes.

Um primeiro passo nessa direção poderá ser dado com a aprovação do Projeto de Lei 3.163/12, de autoria do deputado federal Audifax Charles Pimentel Barcelos, que prevê a possibilidade de dedução do valor das prestações de financiamento para aquisição do primeiro imóvel residencial, limitada a R$ 12 mil/ano. De acordo com o deputado, o contribuinte poderá deduzir o valor da prestação de seu financiamento, se esse representar uma parcela de até R$ 1 mil mensais, pois o objetivo é assistir exclusivamente o estrato social sem condições de adquirir um imóvel.

O mencionado PL tramita em conjunto com outro similar (nº 2.254/11, de autoria do deputado Edivaldo Holanda Junior), que visa incluir, dentre as possíveis deduções da base de cálculo da Declaração de Rendimentos do Imposto de Renda Pessoa Física, porcentual com despesas para aquisição de um único imóvel por célula familiar.

“Não há dúvida de que são bons projetos. Aliás, deveriam ser ampliados, em benefício direto de todos os brasileiros. Já fizemos estudos que demonstram que os tributos gerados na produção dos empreendimentos imobiliários são suficientes para cobrir a arrecadação da qual o Estado abriria mão. Esperamos que sejam aprovados e, num segundo momento, aperfeiçoados”, conclui Bernardes.

Sindicato é co-organizador de evento da ONU

No último dia 29, foi celebrado protocolo com vistas à realização da reunião anual do SBCI, organismo que trata de construções sustentáveis e clima no âmbito da Unep – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Assinaram o documento representantes das entidades co-organizadoras do evento: Ciro Scopel, vice-presidente do Secovi-SP; Silvio Torres, secretário estadual da Habitação; Maria Salette Weber, coordenadora do PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat) do Ministério das Cidades; Leda Aschermann, secretária-adjunta da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente; e Marcelo Takaoka, presidente do CBCS.

A reunião anual da Unep-SBCI é constituída por uma assembleia e um simpósio – aberto ao público -, que ocorre em São Paulo, no dia 13 de junho deste ano, no Sesc-Pinheiros, com o tema A Eficiência e a Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis.

Rede Secovi em Guarulhos

Na próxima quinta-feira, 12 de abril, às 18h30, a Rede Secovi de Imóveis reúne-se com os principais empresários do setor imobiliário de Guarulhos para apresentar as vantagens de se tornar um parceiro da Rede e obter melhores resultados. Na ocasião, o Sebrae-SP aplicará o Diagnóstico Situacional Negócio a Negócio, metodologia que promove maior crescimento orgânico das empresas, focalizando aspectos como planejamento estratégico, processos empresariais, finanças e clientes. Palestrantes: Elbio Fernández Mera, vice-presidente de Comercialização e Marketing do Secovi-SP e presidente do Conselho da Rede Secovi de Imóveis, e Ana Virginia Pontes Carnaúba, superintendente de Incorporações Regionais da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário. Inscrições: (11) 5591-1304 a 1308 e portal Secovi.

Da Redação.

 

 

Comportamento do mercado Imobiliário

O que podemos esperar do mercado imobiliário em 2012? Mais ou menos lançamentos?Aumento de Oferta?Ascensão ou Recessão de ofertas?

Segundo Eduardo Zaidan,diretor de economia do SidusCon- Sp(Sindicato da Indústria da Construção Cívil do Estado de São Paulo) ele diz que, com relação as análises dos ano passados, este ano terá uma acomodação dos preços do empreendimentos. Zaidan afirma que nos últimos anos que o preço dos imóveis em São Paulo tiveram este acréscimo devido a uma demanda reprimida que invadiu o país.Esta demanda refletiu na estabilidade monetária e no crescimento sustentável do país.Ele espera que em 2012 haja uma evolução mais moderada, mas que não se compara com 2008,2009 . Por fim, Eduardo Zaidan diz que a respeito de todos custos envolvidos no processo de construção, e as construtoras precisam administrar os altos custos dos terrenos,a mão-de-obra rígida.

Crescimento imobiliário é intenso no interior do Estado de São Paulo

O interior paulista tem vivido um grande boom imobiliário desde o ano de 2007, com menores custos de produção e com o consequente aumento da disputa por terrenos entre as construtoras e prestadoras de serviço.

O desenvolvimento da região não está relacionado apenas com a qualidade de vida presente no local, mas a indústria imobiliária vem aproveitando esse potencial das pequenas cidades para diversificar produtos em diferentes demandas, com habitações que vão de populares até alto padrão.

Uma dessas regiões é o Vale do Paraíba, mais propriamente na cidade de São José dos Campos. A Akamines Negócios Imobiliários, empresa cujo objetivo é facilitar todo o trâmite burocrático na área imobiliária, está presente no local desde abril de 2010 e busca levar, à região, profissionais com conhecimento de mercado para atender a demanda local.

“O Vale do Paraíba é uma região em expansão, está geograficamente bem localizada tomando boa parte do eixo Rio – SP, com boa infraestrutura viária, e tem se tornando um polo industrial”, afirma Daniele Akamine, diretora da empresa e advogada especializada no ramo imobiliário.

De acordo com o Sinduscon, São José dos Campos aponta como uma das grandes opções de empreendimentos no Vale do Paraíba. “Muitas famílias acabam se mudando para a região em busca de uma melhor qualidade de vida”, completa Daniele.

Da Redação, original DCI.

Demanda em construção civil atrai interesse de empresa portuguesa

Representantes da empresa Vamaro S.A, de Portugal, da área da construção civil, estão em Rio Grande desde segunda-feira, atraídos pelas demandas geradas para o setor pelos investimentos no Polo Naval do Município. Nesta quinta-feira, 14, à tarde, a delegação portuguesa esteve na Câmara de Comércio, conversando com o presidente da entidade, Paulo Somensi, mas nos dias anteriores já tinha visitado a Prefeitura, o porto rio-grandino e o Polo Naval. Hoje, farão outros contatos na cidade e em São José do Norte. A Vamaro é uma empresa de construção civil, que atua em obras públicas e particulares, em estradas e edificações, com uma ramificação em Angola.

O presidente do Conselho Administrativo da Vamaro de Portugal e de Angola, Francisco Rodrigues Vaz, falou que a empresa está estudando o mercado brasileiro com a intenção de implantar uma unidade no Brasil, em consórcio com outras firmas. Outros lugares do País já foram visitados, mas Rio Grande é o mais cotado para receber o empreendimento. Vaz observa que o Município tem bastante potencial devido ao crescimento que está registrando e que pretende indicá-lo para a implantação da nova unidade da Vamaro. De Rio Grande, a delegação retorna para Portugal, onde conversará com os acionistas, os quais decidirão sobre o assunto.

Francisco Vaz acredita que Rio Grande tem 75% de chance de ser escolhido. Em Angola, a Vamaro tem parceria com uma empresa chinesa que também está interessada em atuar aqui. Além disso, uma firma brasileira, já instalada no Município, se propõe a ser parceira da portuguesa, segundo ele. “Temos que definir rapidamente, pois percebemos que este é o momento certo. A decisão deve ocorrer em no máximo três meses”, ressaltou. Paulo Somensi colocou a estrutura da Câmara de Comércio à disposição dos empresários como referência para os primeiros contatos da firma, caso ela resolva realmente se instalar na cidade.

Integram a comitiva portuguesa, além de Vaz, Joaquim Neto, do Departamento Elétrico da Vamaro, Ezequiel Souza, do Departamento de Recursos Humanos, e Firmino Tadeu Simões, assessor jurídico, sendo que os dois últimos são brasileiros.

Construção civil puxa crescimento do país

Setor avança menos, porém mais que o PIB

  Apesar de sentir o freio na economia, a construção civil brasileira deve seguir a frente do PIB  em 2011 e 2012.Depois de dois anos de forte crescimento o setor se desacelerou ,mais ainda tem fôlego para crescer.

  A previsão da indústria da construção é de 4,8% neste ano. O SindusCon-Sp(Sindicato da Indústria da Construção Civil) havia estimado 6% no ano passado.

  “O importante é que essa indústria mantém-se  num ritmo mais forte do que o PIB  e isso deve continuar nos próximos três ou quatro semestres seguintes” diz o Eduardo Zaida, vice-presidente do departamento de Economia do Sindicato

  A previsão do setor apresentada ontem em São Paulo, é que a indústria da construção civil crescerá  5,2%  enquanto o PIB terá de crescimento 3,5%.

  Entre as razões para isso estão as obras da primeira fase  do Minha casa, Minha vida    e a contratação de mais unidades de  habitacionais  na segunda fase do programa.

  O crédito habitacional também vai crescer em 2012. Os recursos da poupança e também do FGTS  pode chegar a R$ 152,1 bilhões, 30% a mais do que os repasses deste ano ,prevê o SindusCon.

  A construção civil também acha que  o BNDES(Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) continuará a bancar a infraestrutura. De janeiro a setembro deste ano  o banco liberou R$ 38 milhões . R$ 1,5 bilhão a mais que o desembolsado em igual período de 2010.

  Com isso, a taxa de investimento (que também ajuda na expansão do PIB) mantém-se em 20%. No curto prazo, a construção civil demonstra confiança .

A Gafisa busca fôlego financeiro de curto prazo

 

  A incorporadora Gafisa  vai levantar R$ 230 milhões em nota promissória, dívida de curto prazo cujo ainda não foi detalhado pela empresa. Pagará 125%e 126% do DI ao investidor com prazo de 360 dias ,remuneração considerada alta para uma empresa de grande porte – para ter uma ideia em abril, a Lojas Americanas emitiu  R$500 milhões em promissórias com taxa de 105,3%  do DI e prazo de sete meses .As ações da Gafisa fecharam em baixa na  BM&Bovespa.

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