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Prédios verdes ganham espaço nos canteiros
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De olho em uma postura politicamente correta mediante as questões ambientais, as construções “ecologicamente sustentáveis” começam a ganhar corpo entre as obras brasileiras.
Entre as alternativas estão o reuso de águas da chuva, pia e chuveiro, tecnologias de aquecimento e geração de energia, tratamento de lixo e utilização de materiais ecologicamente corretos nas construções, pode gerar uma economia de até 30% em alguns casos. O que motiva construtoras, principalmente do setor comercial.
De acordo com uma pesquisa recente do Sebrae, o número de empreendimentos que possuem selos verdes no Brasil ainda é pequena, mas a busca por soluções sustentáveis é cada vez mais comum entre as empresas do setor.
“Ao contrário do que se pensa, nem sempre as soluções são muito mais caras do que as tradicionais, é uma questão de levar a opção à incorporadora e disseminar esse conceito”, afirmou Natalia Buscarino, da consultoria EcoVerde, de Minas Gerais.
Exemplo disso é o engenheiro da Construtora EPO, Guilherme Santos, que afirma que a empresa começou a atuar com pequenas ações, que trouxeram grandes reduções de custo.
“Em um prédio que tem janelas amplas, de vidro, não há necessidade de acender as luzes antes das 18h. O aquecimento solar também é uma alternativa” diz.
Ano passado a empresa também criou o Programa Desperdício Zero (PDZ). A coordenadora de Comunicação e Marketing, Carolina Lara, explica que há um acompanhamento da geração de resíduos para minimizar o desperdício e realizar o descarte adequado. “As sobras de madeira são reaproveitadas em outras obras ou vendidas para empresas que precisam de lenha.
Enfatizamos muito a conscientização ambiental dos funcionários e, além de promovermos treinamentos constantes, nós revertemos a renda do que arrecadamos com as sobras vendidas em churrascos e cafés da manhã, para estimular essa consciência”, diz Carolina.
Na Construtora Líder, a prioridade é para materiais certificados, da matéria-prima ao acabamento. Os condomínios contam também com sistemas inteligentes de água e energia, aquecimento solar e coleta seletiva de lixo. “O consumidor final valoriza isso”, diz o superintendente-técnico, Henrique Álvares de Lima e Silva.
O vice-presidente de Materiais, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Geraldo Jardim Linhares Júnior, diz que esses recursos serão cada vez mais comum nas obras. Ele lembra que, há 20 anos, os índices de desperdício giraram em torno de 30% do custo da obra e, hoje, estão entre 5% e 6%.
Para o coordenador Técnico do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), Wellington Guimarães de Freitas, não existe uma construção autossustentável e, sim, construções mais sustentáveis que outras.
“Algumas fazem reuso de água da chuva, pia e chuveiro, aproveitam a energia solar, mas para a auto sustentabilidade completa é preciso avançar muito”, diz.
O executivo explica ainda que Goiás está muito acima da média de outros estados brasileiros no quesito obras sustentáveis, mas ainda está atrás de estados como São Paulo e Rio de Janeiro. “Esses locais estão concorrendo em quantidade de certificações com países da Europa, eles estão um pouco à frente”, disse.
Para Viane Guirao, pesquisadora da Consultoria ITC, as construções verdes estão ganhando mais espaço. “É notório este crescimento, em todos os segmentos há mais preocupação com as questões ambientais”, diz.
Para o diretor da Loft Construtora, Gustavo Veras, os equipamentos de tecnologia sustentável inserido em um dos empreendimentos do grupo resultaram em custos 3% mais alto do que o comum no custo total, mas o custo-beneficio é alto. “Temos o apelo ambiental e o cliente sabe que economizará energia ou água, então, o retorno é certo, por isso o valor a mais não é atribuído ao preço do imóvel”, acredita.
O condomínio aproveita água da chuva e reaproveita águas cinzas (de pia de banheiro e chuveiro) que passam por uma estação de tratamento no subsolo e são usadas para irrigar os jardins do prédio, além de lavagem de piso.
Procura cresce
No Rio de Janeiro, os recentes investimentos para a Copa do Mundo e Olimpíadas, somados aos estrangeiros resultaram em mais preocupação com o meio ambiente, de acordo com números da consultoria Cushman & Wakefield, em apenas dois anos, 40% dos novos prédios comerciais do Rio deverão ser considerados “verdes”.
A previsão da consultoria vai até 2013 e a maioria dos novos edifícios ficará na região do centro. Hoje, 2,5% dos prédios comerciais da cidade são classificados como verdes.
Prova disso é que crescem os pedidos de certificações de sustentabilidade no País. Só do selo Leed (sigla em inglês para Leadership in Energy and Environmental Design), o aumento em 2011 foi de 140% em relação ao ano anterior, o que fez com que o Brasil subisse do quinto para o quarto lugar no ranking dos países com mais edificações em certificação (429, no final do ano passado). Organização responsável pelo selo, o Green Building Council (GBC) faz o ranking nos 131 países em que está presente. À frente do Brasil, apenas Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos.
De qualquer forma, a tendência é clara. O selo Aqua, da Fundação Vanzolini, é outro que apresenta crescimento. Líder no número de certificações concedidas no País (50 até o fim de 2011, o dobro de 2010), o Aqua começou em 2008 analisando apenas prédios comerciais. Em 2010, lançou o selo para projetos habitacionais. Em 15 meses, foram certificados 13 prédios residenciais e um condomínio com 80 casas, quase todos no Estado de São Paulo.
De acordo com a Fundação, há propostas para outros seis empreendimentos. “Esperamos fechar 2012 com ao menos 90 empreendimentos certificados no País”, diz Bruno Casagrande, executivo de Negócios da Fundação Vanzolini.
Estrangeiro reforça posição em imóveis e construção
Para atender a demanda de estrangeiros de olho na compra de imóveis no Brasil, região sem crise financeira internacional batendo à porta, empresas como Bamberg Imóveis, Coelho da Fonseca, Judice & Araújo e Ópus têm de ampliar os serviços. “Este é o momento de formar corretores fluentes em pelo menos três línguas, disponibilizar site em inglês e espanhol, além de pensar em montar escritórios fora do País”, diz a professora de Engenharia da Universidade de Campinas (Unicamp), Sandra Mulloc.
De acordo com a agência de investimentos Adit Invest, a movimentação financeira na venda de imóveis a estrangeiros cresceu na casa de 50% ano passado, e este ritmo deverá se manter nos próximos anos. É o que espera a imobiliária carioca Judice & Araújo, na qual esse tipo de transação compõe 30% dos negócios e a média do valor dos imóveis adquiridos por estrangeiros é R$ 2 milhões.
Em São Paulo, o presidente da empresa que leva seu nome, Michael Bamberg, diz que os clientes compram casas para investir. “Aqui se consegue rendimento de até 12%; na Alemanha, o máximo é 6%.” É da mesma opinião o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo, João Crestana. “Em Londres, um apartamento de classe média vale R$ 15 mil por metro quadrado, mais que qualquer coisa no Brasil.”
No caso da imobiliária paraense Ópus, que iniciou este mês as suas operações de vendas internacionais, Victor Mensini, diretor de Novos Negócios da empresa projeta comercializar, apenas em 2012, cerca de US$ 500 milhões em espaços para investidores externos. “Fizemos um replanejamento da imobiliária e até abrimos um escritório em Miami (EUA), onde estaremos mais perto dos compradores”, disse.
Com a forte demanda de capital externo nos imóveis nacionais, a coreana Hyundai e a chinesa Zoomlion anunciaram, inclusive, a construção de fábricas para a produção de equipamentos para a construção civil no País, ainda em 2012. “Optamos por focar no atendimento para ganhar um mercado que, no Brasil, ainda é muito concentrado”, afirmou o presidente da Brasil Máquinas de Construção (BMC), Felipe Cavalieri. A empresa fechou uma joint venture com a Hyundai para começar a fabricar equipamentos no País.
No primeiro ano de operação, a empresa brasileira importou 858 máquinas e faturou cerca de R$ 343 milhões. A previsão para 2012, segundo Cavalieri, é de a BMC comercializar cerca de 3,3 mil equipamentos, o que pode gerar receita de até R$ 1,32 bilhão, quando a BMC terá aumentado ainda mais a carteira de clientes.
As empresas internacionais que estão com projetos de aumentar sua presença no País têm um termômetro a seu favor. Segundo a Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), 60% das vendas mundiais de equipamentos para construção civil acontecerão na China, Índia e Brasil em 2015. Por isso, algumas asiáticas já traçam planos para fincar sua bandeira aqui.
Da Redação, original DCI.
Bolha de imóveis já está desacelerando
Embora continuem a subir, os preços dos imóveis residenciais do Rio de Janeiro passam por forte desaceleração. Segundo o Panorama do Mercado Imobiliário 2011, lançado nesta terça-feira pelo Secovi Rio, no ano passado, o valor médio do metro quadrado para venda, na capital fluminense, subiu 15,8%. No mesmo período do ano anterior variação ficara em 42,1%.
Para o presidente do Secovi Rio, Pedro Wähmann, 2011 foi emblemático para o setor imobiliário: “Diante do cenário de supervalorização dos últimos anos, a população ficou assombrada com o risco de uma bolha, como a que estremeceu a economia norte-americana em 2008. Mas os dados mostram que não há com o que se preocupar. Aqui, a alta dos preços está mais relacionada à prosperidade econômica do que a um excessivo endividamento da população, fator desencadeador da crise nos Estados Unidos”, declarou.
“O mercado imobiliário carioca viveu uma valorização muito grande nos últimos anos. Agora está ocorrendo certa acomodação do mercado, o que é bastante natural”, afirmou o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), responsável pelo prefácio da publicação, lançada no Porcão Rio”s.
Também para a vice-presidente Financeira e de Desenvolvimento do Sindicato, Maria Teresa Mendonça Dias, coordenadora da pesquisa, a curva ascendente de preços está chegando à estabilização. E prevê avanços mais moderados dos preços em 2012.
Ela destacou que Gávea e Lagoa, na Zona Sul, tiveram valorização nos preços do metro quadrado de 46% (apartamentos de três quartos) e 91,5% (um quarto), respectivamente, esta a maior alta.
A pesquisa apontou ainda alta dos preços na Zona Norte, com destaque para Vila Isabel e Méier, que tiveram, respectivamente, valorização do metro quadrado para venda de 46,9% (dois quartos) e 62,4% (quatro quartos).
Da Reação, original Monitor Mercantil.
Imóveis: cortes no orçamento do condomínio exigem cautela
São Paulo – Reavaliar os gastos do condomínio como forma de enxugar o orçamento e diminuir os custos mensais para os condôminos pode ser uma prática positiva, desde que seja feita com cautela.
Para a Lello Condomínios, a economia a qualquer preço pode fazer com que o barato, depois, saia caro. De acordo com a administradora, a segurança dos condôminos e a qualidade e garantia dos serviços prestados pelos fornecedores, como empresas de manutenção e conservação, por exemplo, não podem ser comprometidas pelos cortes no orçamento.
Revisão dos gastos
Segundo a gerente de Marketing da Lello Condomínios, Angélica Arbex, uma reforma realizada com materiais de baixa qualidade pode comprometer a estrutura do edifício. “Uma reforma barata, porém mal feita, pode gerar problemas estruturais e, consequentemente, novos gastos ao condomínio”, explica.
De acordo com Angélica, o primeiro item a ser revisado é a folha de pagamento do condomínio, responsável por aproximadamente metade do valor da quota paga pelos moradores. Segundo ela, um dos vilões são as horas extras realizadas pelos funcionários, e muitas vezes a contratação de folguistas ajuda a resolver o problema.
Outra medida essencial, e que pode colaborar diretamente com o orçamento do condomínio, é o síndico realizar campanhas de uso racional de água nos apartamentos, instalar sensores de presença e estipular regras para o uso de energia elétrica nas áreas comuns. “Conhecendo o perfil econômico dos moradores e as necessidades do condomínio, sempre é possível economizar”, afirma a gerente.
INCC-FGV e IGPM (ACOMPANHEM O INDICE QUE CORRIGE OS VALORES DOS IMÓVEIS NA PLANTA)
INCC/FGV – Índice Nacional da Construção (em %)
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1999
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1998
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1996
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1995
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1994
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| Janeiro
|
0,41
|
0,64
|
0,33
|
0,38
|
0,45
|
0,34
|
0,75
|
0,33
|
1,51
|
0,36
|
0,58
|
1,07
|
0,55
|
0,33
|
0,32
|
1,52
|
3,50
|
45,93
|
| Fevereiro
|
0,28
|
0,36
|
0,27
|
0,40
|
0,21
|
0,19
|
0,44
|
1,00
|
1,39
|
0,58
|
0,34
|
0,77
|
0,98
|
0,48
|
0,48
|
0,11
|
2,09
|
39,14
|
| Março
|
0,43
|
0,75
|
-0,25
|
0,66
|
0,27
|
0,20
|
0,67
|
1,16
|
1,38
|
0,55
|
0,27
|
0,56
|
0,55
|
0,47
|
0,73
|
0,98
|
3,30
|
55,70
|
| Abril
|
1,06
|
0,84
|
-0,04
|
0,87
|
0,46
|
0,36
|
0,72
|
0,59
|
0,90
|
0,33
|
0,36
|
0,60
|
0,52
|
-0,50
|
0,23
|
0,25
|
2,30
|
45,60
|
| Maio
|
2,94
|
1,81
|
1,39
|
2,02
|
1,15
|
1,32
|
2,09
|
1,83
|
2,84
|
2,53
|
2,11
|
1,35
|
0,86
|
0,98
|
0,86
|
2,16
|
8,77
|
45,60
|
| Junho
|
0,37
|
1,09
|
0,70
|
1,92
|
0,92
|
0,90
|
0,76
|
0,70
|
1,05
|
0,57
|
1,16
|
0,73
|
0,41
|
0,39
|
1,11
|
1,54
|
3,12
|
44,74
|
| Julho
|
0,45
|
0,44
|
0,26
|
1,46
|
0,31
|
0,47
|
0,11
|
1,12
|
0,99
|
0,29
|
0,52
|
0,30
|
0,46
|
0,34
|
0,51
|
0,75
|
1,09
|
10,26
|
| Agosto
|
0,13
|
0,14
|
-0,05
|
1,18
|
0,26
|
0,24
|
0,02
|
0,81
|
1,44
|
1,00
|
0,62
|
0,39
|
0,69
|
0,22
|
1,18
|
0,23
|
0,62
|
0,14
|
| Setembro
|
0,14
|
0,21
|
0,15
|
0,95
|
0,51
|
0,11
|
0,24
|
0,58
|
0,22
|
0,71
|
0,55
|
0,26
|
0,86
|
0,01
|
0,27
|
0,23
|
0,72
|
0,38
|
| Outubro
|
0,23
|
0,20
|
0,06
|
0,77
|
0,51
|
0,21
|
0,19
|
1,19
|
0,65
|
1,13
|
0,93
|
0,33
|
1,01
|
0,01
|
0,15
|
0,26
|
0,86
|
1,32
|
| Novembro
|
0,72
|
0,37
|
0,29
|
0,50
|
0,36
|
0,23
|
0,28
|
0,71
|
1,04
|
2,45
|
0,74
|
0,41
|
0,91
|
-0,05
|
0,54
|
0,58
|
0,73
|
2,36
|
| Dezembro
|
0,67
|
0,10
|
0,17
|
0,59
|
0,36
|
0,37
|
0,51
|
0,16
|
1,70
|
0,34
|
0,64
|
1,04
|
0,05
|
0,23
|
0,59
|
0,86
|
1,32
|
|
| Acumulado
|
7,36
|
7,77
|
3,24
|
11,87
|
6,15
|
5,04
|
6,84
|
11,04
|
14,42
|
12,87
|
Fonte: FGV
IGP-M/FGV – Índice Geral de Preços do Mercado (em%)
|
|
2011
|
2010
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2009
|
2008
|
2007
|
2006
|
2005
|
2004
|
2003
|
2002
|
2001
|
2000
|
1999
|
1998
|
1997
|
1996
|
1995
|
1994
|
| Janeiro
|
0,79
|
0,63
|
-0,44
|
1,09
|
0,50
|
0,92
|
0,39
|
0,88
|
2,33
|
0,36
|
0,62
|
1,24
|
0,84
|
0,96
|
1,77
|
1,73
|
0,92
|
39,07
|
| Fevereiro
|
1,00
|
1,18
|
0,26
|
0,53
|
0,27
|
0,01
|
0,30
|
0,69
|
2,28
|
0,06
|
0,23
|
0,35
|
3,61
|
0,18
|
0,43
|
0,97
|
1,39
|
40,78
|
| Março
|
0,62
|
0,94
|
-0,74
|
0,74
|
0,34
|
-0,23
|
0,85
|
1,13
|
1,53
|
0,09
|
0,56
|
0,15
|
2,83
|
0,19
|
1,15
|
0,40
|
1,12
|
45,71
|
| Abril
|
0,45
|
0,77
|
-0,15
|
0,69
|
0,04
|
-0,42
|
0,86
|
1,21
|
0,92
|
0,56
|
1,00
|
0,23
|
0,71
|
0,13
|
0,68
|
0,32
|
2,10
|
40,91
|
| Maio
|
0,43
|
1,19
|
-0,07
|
1,61
|
0,04
|
0,38
|
-0,22
|
1,31
|
-0,26
|
0,83
|
0,86
|
0,31
|
-0,29
|
0,14
|
0,21
|
1,55
|
0,58
|
42,58
|
| Junho
|
-0,18
|
0,85
|
-0,10
|
1,98
|
0,26
|
0,75
|
-0,44
|
1,38
|
-1,00
|
1,54
|
0,98
|
0,85
|
0,36
|
0,38
|
0,74
|
1,02
|
2,46
|
45,21
|
| Julho
|
-0,12
|
0,15
|
-0,43
|
1,76
|
0,28
|
0,18
|
-0,34
|
1,31
|
-0,42
|
1,95
|
1,48
|
1,57
|
1,55
|
-0,17
|
0,09
|
1,35
|
1,82
|
40,00
|
| Agosto
|
0,44
|
0,77
|
-0,36
|
-0,32
|
0,98
|
0,37
|
-0,65
|
1,22
|
0,38
|
2,32
|
1,38
|
2,39
|
1,56
|
-0,16
|
0,09
|
0,28
|
2,20
|
7,56
|
| Setembro
|
0,65
|
1,15
|
0,42
|
0,11
|
1,29
|
0,29
|
-0,53
|
0,69
|
1,18
|
2,40
|
0,31
|
1,16
|
1,45
|
-0,08
|
0,48
|
0,10
|
-0,71
|
1,75
|
| Outubro
|
0,53
|
1,01
|
0,05
|
0,98
|
1,05
|
0,47
|
0,60
|
0,39
|
0,38
|
3,87
|
1,18
|
0,38
|
1,70
|
0,08
|
0,37
|
0,19
|
0,52
|
1,82
|
| Novembro
|
0,50
|
1,45
|
0,10
|
0,38
|
0,69
|
0,75
|
0,40
|
0,82
|
0,49
|
5,19
|
1,10
|
0,29
|
2,39
|
-0,32
|
0,64
|
0,20
|
1,20
|
2,85
|
| Dezembro
|
0,69
|
-0,26
|
-0,13
|
1,76
|
0,32
|
-0,01
|
0,74
|
0,61
|
3,75
|
0,22
|
0,63
|
1,81
|
0,45
|
0,84
|
0,73
|
0,71
|
0,84
|
|
| Acumulado
|
5,22
|
11,32
|
-1,72
|
9,81
|
7,75
|
3,83
|
1,21
|
12,41
|
8,71
|
25,31
|
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Fonte: FGV
Empréstimo para reforma de imóveis fica mais barato
Nova linha com recursos do FGTS permitirá tomada de até 20.000 reais para compra de materiais de construção com juros de 12% ao ano – a metade dos atuais
São Paulo – O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a criação de uma nova linha de crédito com juros subsidiados para a compra de materiais de construção. Os interessados poderão tomar até 20.000 reais com um custo efetivo (já incluindo os juros e todas as taxas) de 12% ao ano – metade do que costuma ser cobrado no mercado hoje em dia. O prazo de pagamento é de até 120 meses.
Não há limite de renda para tomar esse tipo de empréstimo. O dinheiro, no entanto, só está disponível para a reforma de residências próprias com valor de até 500.000 reais. Os recursos, portanto, devem chegar à maioria da classe média, mas as pessoas de alta renda serão excluídas caso possuam imóveis de valores elevados.
O dinheiro só poderá ser tomado pelos cerca de 33 milhões de trabalhadores que possuem conta no FGTS e contribuem mensalmente com o fundo. Inicialmente o conselho vai colocar 300 milhões de reais do FGTS à disposição dos interessados. Se houver forte demanda, esse montante pode ser ampliado para 1 bilhão de reais.
A Caixa Econômica Federal começará a oferecer a linha de crédito em 30 dias. Futuramente, não há impedimento para que o Banco do Brasil e outros bancos privados também repassem o dinheiro do FGTS aos clientes.
O empréstimo poderá ser utilizado tanto para a reforma quanto para a ampliação e a melhoria de imóveis. Quem quiser tomar dinheiro para comprar equipamentos de aquecimento solar para a residência, por exemplo, terá esse direito. Em geral, empréstimos para reformas possuem um valor médio de cerca de 8.000 reais no Brasil
Demanda em construção civil atrai interesse de empresa portuguesa
Representantes da empresa Vamaro S.A, de Portugal, da área da construção civil, estão em Rio Grande desde segunda-feira, atraídos pelas demandas geradas para o setor pelos investimentos no Polo Naval do Município. Nesta quinta-feira, 14, à tarde, a delegação portuguesa esteve na Câmara de Comércio, conversando com o presidente da entidade, Paulo Somensi, mas nos dias anteriores já tinha visitado a Prefeitura, o porto rio-grandino e o Polo Naval. Hoje, farão outros contatos na cidade e em São José do Norte. A Vamaro é uma empresa de construção civil, que atua em obras públicas e particulares, em estradas e edificações, com uma ramificação em Angola.
O presidente do Conselho Administrativo da Vamaro de Portugal e de Angola, Francisco Rodrigues Vaz, falou que a empresa está estudando o mercado brasileiro com a intenção de implantar uma unidade no Brasil, em consórcio com outras firmas. Outros lugares do País já foram visitados, mas Rio Grande é o mais cotado para receber o empreendimento. Vaz observa que o Município tem bastante potencial devido ao crescimento que está registrando e que pretende indicá-lo para a implantação da nova unidade da Vamaro. De Rio Grande, a delegação retorna para Portugal, onde conversará com os acionistas, os quais decidirão sobre o assunto.
Francisco Vaz acredita que Rio Grande tem 75% de chance de ser escolhido. Em Angola, a Vamaro tem parceria com uma empresa chinesa que também está interessada em atuar aqui. Além disso, uma firma brasileira, já instalada no Município, se propõe a ser parceira da portuguesa, segundo ele. “Temos que definir rapidamente, pois percebemos que este é o momento certo. A decisão deve ocorrer em no máximo três meses”, ressaltou. Paulo Somensi colocou a estrutura da Câmara de Comércio à disposição dos empresários como referência para os primeiros contatos da firma, caso ela resolva realmente se instalar na cidade.
Integram a comitiva portuguesa, além de Vaz, Joaquim Neto, do Departamento Elétrico da Vamaro, Ezequiel Souza, do Departamento de Recursos Humanos, e Firmino Tadeu Simões, assessor jurídico, sendo que os dois últimos são brasileiros.
Governo reduz tributos da construção civil para Minha Casa, Minha Vida
O Ministro da Fazenda anuncia redução de tributos, dentre eles para a construção civil
O governo anunciou na semana passada a redução de tributos cobrados da construção civil para projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida. Houve redução da alíquota de 6% do Regime Especial de Tributação da Construção Civil (RET) para 1%.
As empresas pagam o RET sobre o faturamento como um tributo único que substi tui o PIS, a Cofi ns, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Foi ainda ampliada a faixa da habitação de interesse social de R$ 75 mil para R$ 85 mil. Ou seja, para as casas que custam até R$ 85 mil, a alíquota do RET passa a ser de 1%.
Renda
A presidenta Dilma Rousseff disse ontem (5) que, a parti r de 2012, 60% das moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida serão desti nadas a famílias de baixa renda – que recebem até R$ 1,6 mil. A previsão do governo é que 1,2 milhão de unidades sejam entregues a essa faixa da população brasileira.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma apresentou um balanço do Minha Casa, Minha Vida em 2011. Segundo ela, foram assinados 354 mil contratos para a construção de moradias. O levantamento indica ainda mais de 500 mil casas e apartamentos em fase de construção e mais de 400 mil obras concluídas este ano. Na primeira fase, o programa contabilizou 1,5 milhão de moradias.
Para a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, estão previstos investi mentos de R$ 125,7 bilhões para a construção de 2 milhões de casas e apartamentos até 2014. “Os investi mentos na construção civil benefi ciam a todos nós porque esse é um setor que gera muitos empregos.
Ele ajuda a manter o mercado de trabalho aquecido, mesmo com a crise econômica internacional que está afetando os Estados Unidos e os países da Europa”, disse a presidenta. Segundo ela, mais de 309 mil postos de trabalho foram gerados este ano no setor.
Setor de construção civil apresenta aumento em Jundiaí, SP
Aumento de ofertas de imóveis foi registrados nos últimos anos.
Novos investimentos estão em fase de conclusão.
O setor da construção civil já está de olho em 2012. O novo ano promete ser bom. Se seguir a tendência de crescimento, as construtoras devem continuar investindo, principalmente no interior do estado de São Paulo.
Em Jundiaí, no interior paulista, quase quatro mil novas casas e apartamentos em condomínios foram lançados este ano. Em três anos, o aumento da oferta de novos imóveis foi de 22%. Números que ajudam a traduzir o bom momento que a construção civil atravessa nos últimos tempos.
No ano passado, o crescimento passou de 15%. Este vai ser bem menor, 5%, mas ainda assim o setor considera um bom número.
O diretor do Siduscon de Jundiaí diz que o momento da construção civil na regiao, incluindo Jundiaí, é de crescimento constante por conta da fase dois do Minha Casa Minha Vida, das Olimpíadas e da Copa. Em 2012 o Governo Federal vai liberar ainda mais credito para a habitação, para a aquisição da casa própria. o setor da construção civil está vivendo uma fase de pleno emprego..
Uma construtora lançou o mesmo numero de unidades nos últimos dois anos. A soma chega a 800 apartamentos e terrenos. Mas os projetos mudaram. Antes eles eram mais espaçosos. A planta de dois quartos passou a ser prioridade. Tudo para atender a classe média.
Outra construtora que atua em Jundiaí, Itatiba e Americana comemora os números de 2011. Foram 1.800 unidades lançadas. O numero é quase 200% maior do que foi registrado em 2010. Para o primeiro semestre do ano que vem, 2.300 unidades já estão programadas para serem lançadas.
