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Formica® investe na Construção Civil em 2012
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De acordo com dados publicados pelo IBGE e divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), em 2011, o setor da construção civil teve uma participação de 5,8 % no PIB Total Brasil, registrando, apesar de inferiores a 2010, resultados positivos e um crescimento de 4,8%.
A estabilidade do mercado fez com que as empresas enxergassem oportunidades de expandir seus negócios no País. É o que acontece com a Formica®. No Brasil, a detentora da tecnologia e dos direitos de uso da marca, com exclusividade, é a Formiline Indústria de Laminados Ltda. A empresa decidiu inovar com o lançamento de um piso vinílico, com inúmeras vantagens se comparado aos laminados existentes no mercado, a base de HDF (High Density Fiberboard), visando principalmente os mercados: imobiliário, corporativo e hoteleiro.
Pesquisa e Inovação
Aquaclic® Piso Premium da Formica® é um produto exclusivo da marca e chega ao mercado, com uma tecnologia que garante 100% resistência à água. “Por meio de pesquisas nas principais feiras internacionais do setor e pelas manifestações recebidas por nossos departamentos de atendimento ao consumidor e aos profissionais de Arquitetura e Design, detectamos a necessidade de lançar um piso com maior resistência à umidade, aos riscos e às manchas”, explica José Reginaldo Missiato, gerente de produtos e de marketing da Formica®.
Piso para ambientes com design, tecnologia e sustentabilidade
A impermeabilidade do Aquaclic® Piso Premium é garantida pela sua constituição: substrato de polímeros vinílicos, película com impressão do padrão de acabamento e uma camada de proteção na superfície, com resina de alta resistência, que protege completamente o piso.
Segundo ele, hoje, a tendência, tanto nos ambientes residenciais quanto nos corporativos, é unir as seguintes qualidades no lançamento de um produto: design, beleza, conforto, praticidade, tecnologia e sustentabilidade. “Graças aos dez padrões madeirados exclusivos, o Aquaclic® Piso Premium é extremamente versátil, com inúmeras vantagens de uso e instalação rápida, o que o torna uma excelente opção para os empreendimentos atuais das grandes incorporadoras. Por não utilizar ferramentas especiais, colas e adesivos na colocação, o piso vinílico é também recomendado para reformas, pois pode ser aplicado sobre pisos já existentes. Isso tudo devido a uma tecnologia exclusiva de encaixe, o Uniclic®”, orienta.
O desafio foi também criar um produto que aumenta o isolamento acústico para ser usado em todo o projeto. Por resistir à umidade, o Aquaclic®Piso Premium pode revestir, em apartamentos e casas, do lavabo até a lavanderia, com a vantagem de ter o acabamento similar ao da madeira natural. E por ter uma tela de fibra de vidro em sua estrutura, oferece estabilidade dimensional e estrutural ao piso, evitando rupturas.
Como a cadeia produtiva da construção civil tem papel decisivo na inovação de materiais cujo uso privilegie o ambientalmente correto, uma das características do Aquaclic® Piso Premium é ser ecofriendly, desde a produção, que não utiliza madeira na composição das lâminas e a possível reciclagem após o descarte.
Portanto, com Aquaclic® Piso Premium, a Formica® pretende repetir o sucesso da sua bem-sucedida trajetória também no segmento de revestimento para pisos, garantindo ao consumidor garantia de qualidade. Projetado para o lançamento do produto e para esclarecer as principais dúvidas dos consumidores, o site www.aquaclic.com.br traz a cartela de padrões, o passo a passo de instalação e todas as vantagens do piso pela sua maior resistênci
Prédios verdes ganham espaço nos canteiros
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De olho em uma postura politicamente correta mediante as questões ambientais, as construções “ecologicamente sustentáveis” começam a ganhar corpo entre as obras brasileiras.
Entre as alternativas estão o reuso de águas da chuva, pia e chuveiro, tecnologias de aquecimento e geração de energia, tratamento de lixo e utilização de materiais ecologicamente corretos nas construções, pode gerar uma economia de até 30% em alguns casos. O que motiva construtoras, principalmente do setor comercial.
De acordo com uma pesquisa recente do Sebrae, o número de empreendimentos que possuem selos verdes no Brasil ainda é pequena, mas a busca por soluções sustentáveis é cada vez mais comum entre as empresas do setor.
“Ao contrário do que se pensa, nem sempre as soluções são muito mais caras do que as tradicionais, é uma questão de levar a opção à incorporadora e disseminar esse conceito”, afirmou Natalia Buscarino, da consultoria EcoVerde, de Minas Gerais.
Exemplo disso é o engenheiro da Construtora EPO, Guilherme Santos, que afirma que a empresa começou a atuar com pequenas ações, que trouxeram grandes reduções de custo.
“Em um prédio que tem janelas amplas, de vidro, não há necessidade de acender as luzes antes das 18h. O aquecimento solar também é uma alternativa” diz.
Ano passado a empresa também criou o Programa Desperdício Zero (PDZ). A coordenadora de Comunicação e Marketing, Carolina Lara, explica que há um acompanhamento da geração de resíduos para minimizar o desperdício e realizar o descarte adequado. “As sobras de madeira são reaproveitadas em outras obras ou vendidas para empresas que precisam de lenha.
Enfatizamos muito a conscientização ambiental dos funcionários e, além de promovermos treinamentos constantes, nós revertemos a renda do que arrecadamos com as sobras vendidas em churrascos e cafés da manhã, para estimular essa consciência”, diz Carolina.
Na Construtora Líder, a prioridade é para materiais certificados, da matéria-prima ao acabamento. Os condomínios contam também com sistemas inteligentes de água e energia, aquecimento solar e coleta seletiva de lixo. “O consumidor final valoriza isso”, diz o superintendente-técnico, Henrique Álvares de Lima e Silva.
O vice-presidente de Materiais, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Geraldo Jardim Linhares Júnior, diz que esses recursos serão cada vez mais comum nas obras. Ele lembra que, há 20 anos, os índices de desperdício giraram em torno de 30% do custo da obra e, hoje, estão entre 5% e 6%.
Para o coordenador Técnico do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), Wellington Guimarães de Freitas, não existe uma construção autossustentável e, sim, construções mais sustentáveis que outras.
“Algumas fazem reuso de água da chuva, pia e chuveiro, aproveitam a energia solar, mas para a auto sustentabilidade completa é preciso avançar muito”, diz.
O executivo explica ainda que Goiás está muito acima da média de outros estados brasileiros no quesito obras sustentáveis, mas ainda está atrás de estados como São Paulo e Rio de Janeiro. “Esses locais estão concorrendo em quantidade de certificações com países da Europa, eles estão um pouco à frente”, disse.
Para Viane Guirao, pesquisadora da Consultoria ITC, as construções verdes estão ganhando mais espaço. “É notório este crescimento, em todos os segmentos há mais preocupação com as questões ambientais”, diz.
Para o diretor da Loft Construtora, Gustavo Veras, os equipamentos de tecnologia sustentável inserido em um dos empreendimentos do grupo resultaram em custos 3% mais alto do que o comum no custo total, mas o custo-beneficio é alto. “Temos o apelo ambiental e o cliente sabe que economizará energia ou água, então, o retorno é certo, por isso o valor a mais não é atribuído ao preço do imóvel”, acredita.
O condomínio aproveita água da chuva e reaproveita águas cinzas (de pia de banheiro e chuveiro) que passam por uma estação de tratamento no subsolo e são usadas para irrigar os jardins do prédio, além de lavagem de piso.
Procura cresce
No Rio de Janeiro, os recentes investimentos para a Copa do Mundo e Olimpíadas, somados aos estrangeiros resultaram em mais preocupação com o meio ambiente, de acordo com números da consultoria Cushman & Wakefield, em apenas dois anos, 40% dos novos prédios comerciais do Rio deverão ser considerados “verdes”.
A previsão da consultoria vai até 2013 e a maioria dos novos edifícios ficará na região do centro. Hoje, 2,5% dos prédios comerciais da cidade são classificados como verdes.
Prova disso é que crescem os pedidos de certificações de sustentabilidade no País. Só do selo Leed (sigla em inglês para Leadership in Energy and Environmental Design), o aumento em 2011 foi de 140% em relação ao ano anterior, o que fez com que o Brasil subisse do quinto para o quarto lugar no ranking dos países com mais edificações em certificação (429, no final do ano passado). Organização responsável pelo selo, o Green Building Council (GBC) faz o ranking nos 131 países em que está presente. À frente do Brasil, apenas Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos.
De qualquer forma, a tendência é clara. O selo Aqua, da Fundação Vanzolini, é outro que apresenta crescimento. Líder no número de certificações concedidas no País (50 até o fim de 2011, o dobro de 2010), o Aqua começou em 2008 analisando apenas prédios comerciais. Em 2010, lançou o selo para projetos habitacionais. Em 15 meses, foram certificados 13 prédios residenciais e um condomínio com 80 casas, quase todos no Estado de São Paulo.
De acordo com a Fundação, há propostas para outros seis empreendimentos. “Esperamos fechar 2012 com ao menos 90 empreendimentos certificados no País”, diz Bruno Casagrande, executivo de Negócios da Fundação Vanzolini.
Crédito que usa imóvel como garantia cresce em 2011
modalidade de crédito que tem imóvel como garantia em caso de inadimplência disparou em 2011, após mudanças feitas pelos bancos. Para este ano, as instituições apostam em nova expansão da linha, que tem um dos menores juros do mercado.
Entre as principais alterações estão a ampliação do prazo de pagamento, permitindo prestações menores, e a elevação do limite do valor emprestado.
Na Caixa Econômica Federal, o saldo da carteira de crédito (soma das prestações restantes dos clientes), que era de R$ 320 milhões no final de 2010, passou para R$ 2,1 bilhões em 2011.
“O conceito de usufruir do patrimônio sem se desfazer dele é, de certa forma, novo [no País]“, diz Humberto Magalhães, superintendente de clientes de média e alta renda do banco. Ele prevê que o total de empréstimos chegue a R$ 5 bilhões neste ano.
Além da aceitação do único imóvel da família como garantia e do IPTU como referência para empréstimos até R$ 200 mil, sem necessidade de avaliação de um engenheiro, o saldo foi impulsionado pela ampliação do prazo, de 120 para 180 meses.
“A nova etapa de crédito no Brasil vai passar por esses produtos de refinanciamento”, diz Antônio Barbosa, diretor de crédito imobiliário do HSBC. O prazo no banco dobrou, indo para dez anos, o que contribuiu para a alta de 39% nos empréstimos em um ano, para R$ 32,5 milhões.
O valor máximo do financiamento subiu de R$ 200 mil para R$ 500 mil e o percentual emprestado em relação ao valor do imóvel foi para 60%.
No Banco do Brasil, a modalidade foi lançada em outubro de 2010. A projeção é que o saldo de R$ 206 milhões ao final de 2011 atinja R$ 1 bilhão em 2012. “O ano passado foi de maturação e este será o da alavancagem”, diz José Henrique Silva, gerente-executivo da diretoria de crédito imobiliário do BB.
O banco ampliou o prazo de pagamento de 10 para 15 anos e estuda mais alterações para simplificar o processo.
Indicação
O crédito não precisa ter destinação específica. “É recomendado para quem está endividado e busca o recurso para quitar um financiamento mais caro, como cheque especial”, diz o economista José Pereira Gonçalves.
A modalidade também é muito procurada por empresários que buscam capital para investir no negócio.
Miriam Gomes, 48, usou o imóvel comprado há duas décadas, avaliado em R$ 300 mil, como garantia para um financiamento de R$ 150 mil.
A empresária precisa do dinheiro para se livrar de um empréstimo anterior, tomado para investir na sua imobiliária, que seria pago em parcelas de R$ 9.000.
A prestação baixou para R$ 3.000. “É uma boa opção para alguém passando dificuldades, com a vantagem de manter o patrimônio.”
Gonçalves ressalta, porém, que existe o risco de perder o bem. “É preciso ter certeza de que a prestação vai caber no orçamento.” Ele também desaconselha o uso para projetos que podem ser planejados, como viagens. “O ideal é utilizar para emergências.”
Da Redação, original Folha de S. Paulo.
Quer valorizar seu imóvel? Proponha reformas no prédio
Benfeitorias nas áreas comuns não só evitam que seu apartamento perca valor como podem valorizá-lo
A existência de uma área de lazer faz diferença no preço de avaliação dos apartamentos
São Paulo – O morador de um prédio relativamente antigo pode se surpreender ao saber que os apartamentos do edifício ao lado – construído de forma similar e na mesma época – estão mais valorizados que o seu próprio imóvel. Um detalhe simples pode ser o responsável por essa diferença de preço: ao contrário do seu prédio, o edifício vizinho tem uma área de lazer.
As facilidades oferecidas em um prédio são um dos muitos fatores que determinam a valorização ou desvalorização das unidades do condomínio. Até o estado de conservação da fachada pode ser determinante para a diferença de preço entre dois apartamentos iguais em prédios semelhantes e de mesma idade.
Mesmo que não contribua para a valorização dos apartamentos, benfeitorias nas áreas comuns são importantes para que o imóvel não perca valor por parecer maltratado. Quem pensa que está em desvantagem no mercado por causa do estado das áreas comuns do seu edifício deve saber que tem uma carta na manga. Quer valorizar seu apartamento? Então proponha benfeitorias na próxima reunião de condomínio.
É preciso apenas ter em mente que boa parte dessas obras precisa de um alvará da prefeitura. De maneira geral, toda obra que afete a estrutura do prédio ou envolva alteração de uso de uma determinada área precisa desse tipo de alvará. Além disso, os profissionais responsáveis e a própria obra devem ter registro no CREA local. “Só não se pode mesmo aumentar a área computável, que é a área máxima de construção em um empreendimento. Se essa área já estiver esgotada, não pode ser modificada”, diz Alex Strotbek, consultor imobiliário do escritório Areal Pires Advogados.
Veja outros cuidados necessários para evitar problemas em obras.
Fique por dentro das melhorias que podem valorizar, ou pelo menos ajudar a manter o valor do seu imóvel:
Modernização da fachada
O economista Luiz Calado, autor de um livro sobre a compra e venda de imóveis, costuma contar sobre um conhecido seu que dizia que compraria “qualquer coisa que tivesse as paredes descascando”. Muitas vezes, a má aparência de um imóvel é o suficiente para desvalorizar suas unidades e o contrário também é verdade. Uma fachada renovada, limpa e moderna por si só já pode valorizar os apartamentos em relação a seus pares.
Em prédios antigos, os moradores podem optar por modernizar a fachada. Além da pintura ou da troca de pastilhas, a melhoria pode envolver a troca dos gradis das varandas – pode-se tirar um gradil de ferro e trocá-lo por vidro e alumínio – e das grades antigas da entrada do prédio por chapas de vidro de segurança.
Reforma das áreas comuns
Da mesma forma, uma portaria ou um hall de entrada atraente pode contribuir para a valorização do imóvel, ou então para a manutenção de seu valor. “A pintura externa pode ser renovada de três em três anos; já a pintura interna, pode-se renovar anualmente ou a cada dois anos”, orienta o consultor Alex Strotbek.
Construção de uma área de lazer
Em regiões onde os prédios sejam antigos e desprovidos de área de lazer, construí-la pode ter um impacto muito positivo no preço de avaliação das unidades. Pode ser possível, por exemplo, transformar um mero jardim ou pátio em um playground ou mesmo construir uma piscina. Como se trata de alteração de uso da área, provavelmente será preciso um alvará da prefeitura. Mas sendo possível construir ou mesmo incrementar a área de lazer já existente, a modificação pode valer muito a pena.
Manutenção e modernização
Manter a manutenção do edifício em dia é básico, mas modernizar as partes elétrica e hidráulica é outra medida que não só melhora a qualidade de vida dos moradores como valoriza os apartamentos. Em prédios com mais de 20 anos é uma boa ideia renovar a parte elétrica, trocar canos de ferro por canos de PVC e instalar elevadores mais modernos.
Ampliação do número de vagas
Em prédios com poucas vagas que ainda disponham de área livre, pode-se ampliar o número de vagas. Se o solo e a estrutura do prédio permitir, é possível até mesmo escavar para construir uma nova garagem subterrânea.
Adaptações ecologicamente corretas
Recentemente, edifícios que adotam medidas ecologicamente corretas – e normalmente econômicas – têm sido mais valorizados no mercado. A construção de um sistema de reaproveitamento de água – para efetuar a limpeza das áreas comuns, por exemplo – bem como de sistemas de economia de energia elétrica podem demandar um investimento inicial grande, mas a economia deve compensar com o passar dos anos, fora o impacto no valor dos apartamentos. Também são valorizados prédios que contam com sistema de separação de lixo e coleta seletiva.
Comportamento do mercado Imobiliário
O que podemos esperar do mercado imobiliário em 2012? Mais ou menos lançamentos?Aumento de Oferta?Ascensão ou Recessão de ofertas?
Segundo Eduardo Zaidan,diretor de economia do SidusCon- Sp(Sindicato da Indústria da Construção Cívil do Estado de São Paulo) ele diz que, com relação as análises dos ano passados, este ano terá uma acomodação dos preços do empreendimentos. Zaidan afirma que nos últimos anos que o preço dos imóveis em São Paulo tiveram este acréscimo devido a uma demanda reprimida que invadiu o país.Esta demanda refletiu na estabilidade monetária e no crescimento sustentável do país.Ele espera que em 2012 haja uma evolução mais moderada, mas que não se compara com 2008,2009 . Por fim, Eduardo Zaidan diz que a respeito de todos custos envolvidos no processo de construção, e as construtoras precisam administrar os altos custos dos terrenos,a mão-de-obra rígida.
Demanda em construção civil atrai interesse de empresa portuguesa
Representantes da empresa Vamaro S.A, de Portugal, da área da construção civil, estão em Rio Grande desde segunda-feira, atraídos pelas demandas geradas para o setor pelos investimentos no Polo Naval do Município. Nesta quinta-feira, 14, à tarde, a delegação portuguesa esteve na Câmara de Comércio, conversando com o presidente da entidade, Paulo Somensi, mas nos dias anteriores já tinha visitado a Prefeitura, o porto rio-grandino e o Polo Naval. Hoje, farão outros contatos na cidade e em São José do Norte. A Vamaro é uma empresa de construção civil, que atua em obras públicas e particulares, em estradas e edificações, com uma ramificação em Angola.
O presidente do Conselho Administrativo da Vamaro de Portugal e de Angola, Francisco Rodrigues Vaz, falou que a empresa está estudando o mercado brasileiro com a intenção de implantar uma unidade no Brasil, em consórcio com outras firmas. Outros lugares do País já foram visitados, mas Rio Grande é o mais cotado para receber o empreendimento. Vaz observa que o Município tem bastante potencial devido ao crescimento que está registrando e que pretende indicá-lo para a implantação da nova unidade da Vamaro. De Rio Grande, a delegação retorna para Portugal, onde conversará com os acionistas, os quais decidirão sobre o assunto.
Francisco Vaz acredita que Rio Grande tem 75% de chance de ser escolhido. Em Angola, a Vamaro tem parceria com uma empresa chinesa que também está interessada em atuar aqui. Além disso, uma firma brasileira, já instalada no Município, se propõe a ser parceira da portuguesa, segundo ele. “Temos que definir rapidamente, pois percebemos que este é o momento certo. A decisão deve ocorrer em no máximo três meses”, ressaltou. Paulo Somensi colocou a estrutura da Câmara de Comércio à disposição dos empresários como referência para os primeiros contatos da firma, caso ela resolva realmente se instalar na cidade.
Integram a comitiva portuguesa, além de Vaz, Joaquim Neto, do Departamento Elétrico da Vamaro, Ezequiel Souza, do Departamento de Recursos Humanos, e Firmino Tadeu Simões, assessor jurídico, sendo que os dois últimos são brasileiros.
Construção civil será o grande destaque da economia brasileira em 2012
A crise internacional não está assustando a construção civil brasileira. Ao contrário, para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, há boas chances de o setor ser “o grande player” de 2012, com um crescimento projetado de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. Na cadeia, a expectativa é de crescimento ainda maior, entre 8,5% e 9%.
“Não temos problemas de recursos, de regras e nem de modelos ou projetos. E o mercado imobiliário tem batido recorde atrás de recorde, com uma previsão de recursos superior a R$ 110 bilhões, contando com os da poupança e do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço]”, disse Paulo Simão em almoço oferecido aos jornalistas especializados, em Brasília.
Parte do otimismo se deve aos reflexos do Programa Minha Casa, Minha Vida no mercado de imóveis destinados às classes média e baixa, além das obras da Copa de 2014, das Olimpíadas de 2016 e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Nós somos um dos elementos da economia que ajudarão o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise”, garantiu ele.
Desde 2004, o setor vem registrando, de acordo com a Cbic, “incremento consistente em suas atividades, deixando para trás décadas de dificuldades”. Em 2010, o PIB da construção registrou desempenho recorde, com crescimento de 11,6%. “Em 2011, nosso setor cresceu 4,8%. Trata-se de um crescimento extremamente importante, apesar de menor do que o registrado no ano anterior, porque 2010 representa uma base de comparação muito elevada”, avaliou Simão.
A situação pode ficar ainda melhor, caso se confirme a expectativa de entrada de capital estrangeiro na construção civil brasileira. “Ainda virão muitos recursos do exterior, porque esses investidores estão sem condições de investir nos outros mercados, principalmente no europeu. Isso é muito bom para nosso setor. E as medidas adotadas recentemente pelo governo favorecerão ainda mais esses investimentos [estrangeiros] em infraestrutura”, acrescentou o presidente da Cbic, ao se referir às medidas que reduziram de 6% para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em títulos privados (debêntures) de longo prazo, com prazos de vencimento superiores a quatro anos.
Mas o representante das indústrias do setor não deixou de fazer críticas severas à falta de iniciativas para a área de saneamento. “Saneamento básico no Brasil é uma vergonha e não condiz com as pretensões de sermos a quinta maior economia do mundo. Apesar dos investimentos em saneamento nunca terem sido tão grandes e robustos, sua aplicação é praticamente zero. Não chega a 10%. Faltam projetos e planejamento estratégico que levem em conta [aspectos como a situação das] bacias hidrográficas, por exemplo. O reflexo disso pode ser visto até nas mortes das crianças. Todos sabem que esse tipo de investimento ameniza gastos com saúde pública”.
Governo reduz tributos da construção civil para Minha Casa, Minha Vida
O Ministro da Fazenda anuncia redução de tributos, dentre eles para a construção civil
O governo anunciou na semana passada a redução de tributos cobrados da construção civil para projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida. Houve redução da alíquota de 6% do Regime Especial de Tributação da Construção Civil (RET) para 1%.
As empresas pagam o RET sobre o faturamento como um tributo único que substi tui o PIS, a Cofi ns, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Foi ainda ampliada a faixa da habitação de interesse social de R$ 75 mil para R$ 85 mil. Ou seja, para as casas que custam até R$ 85 mil, a alíquota do RET passa a ser de 1%.
Renda
A presidenta Dilma Rousseff disse ontem (5) que, a parti r de 2012, 60% das moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida serão desti nadas a famílias de baixa renda – que recebem até R$ 1,6 mil. A previsão do governo é que 1,2 milhão de unidades sejam entregues a essa faixa da população brasileira.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma apresentou um balanço do Minha Casa, Minha Vida em 2011. Segundo ela, foram assinados 354 mil contratos para a construção de moradias. O levantamento indica ainda mais de 500 mil casas e apartamentos em fase de construção e mais de 400 mil obras concluídas este ano. Na primeira fase, o programa contabilizou 1,5 milhão de moradias.
Para a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, estão previstos investi mentos de R$ 125,7 bilhões para a construção de 2 milhões de casas e apartamentos até 2014. “Os investi mentos na construção civil benefi ciam a todos nós porque esse é um setor que gera muitos empregos.
Ele ajuda a manter o mercado de trabalho aquecido, mesmo com a crise econômica internacional que está afetando os Estados Unidos e os países da Europa”, disse a presidenta. Segundo ela, mais de 309 mil postos de trabalho foram gerados este ano no setor.
Construção: apesar de operar abaixo do esperado, indústria está otimista para 2012
SÃO PAULO – O otimismo dos empresários da construção civil avançou em dezembro. O nível de atividade para os próximos seis meses passou de 56,1 pontos em novembro para 58,3 pontos neste mês. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários.
A maior alta foi apresentada pelos empresários das grandes empresas, cujo indicador passou de 55,5 pontos para 61,5 pontos. Em seguida aparecem as pequenas empresas, passando de 56 pontos para 56,8 pontos. Nas médias empresas, o indicador permaneceu em 56,8 pontos.
Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e foi divulgada nesta sexta-feira (16).
Novos empreendimentos e serviços
Em relação aos novos empreendimentos e serviços, a confiança dos empresários também aumentou, passando de 57,2 pontos, para 59 pontos. As empresas de grande porte são as mais confiantes (62,2 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 57,8 e 56,9 pontos, respectivamente.
As empresas demonstraram ainda que pretendem aumentar as compras de insumos e matérias-primas: o indicador passou de 55,5 em novembro para 57,8 pontos em dezembro. As grandes empresas se destacam na compra de insumos, com este indicador chegando a 60,9 pontos. As pequenas empresas marcaram 55,8 pontos e as médias, 56,8 pontos.
Desempenho em novembro
Apesar do otimismo para os próximos meses, o desempenho da indústria ficou abaixo do esperado para o mês. O indicador de evolução do nível de atividade atingiu 49,3 pontos, o que representa recuo de 1 ponto, ao ser comparado ao mês anterior. Trata-se do quarto mês consecutivo com a atividade abaixo do normal.
Ao analisar os portes, o destaque negativo ficou com as grandes empresas (47,4 pontos), seguidas pelas médias (49,8 pontos), enquanto nas grandes o nível de atividade atingiu 50,7 pontos.
Segundo o levantamento, em novembro, o nível de atividade em relação ao usual ficou em 47,2 pontos. As grandes empresas apresentaram indicador de 42,9 pontos. Nas pequenas e médias, foram registrados 49,9 pontos e 48,9 pontos, respectivamente.
Setor de construção civil apresenta aumento em Jundiaí, SP
Aumento de ofertas de imóveis foi registrados nos últimos anos.
Novos investimentos estão em fase de conclusão.
O setor da construção civil já está de olho em 2012. O novo ano promete ser bom. Se seguir a tendência de crescimento, as construtoras devem continuar investindo, principalmente no interior do estado de São Paulo.
Em Jundiaí, no interior paulista, quase quatro mil novas casas e apartamentos em condomínios foram lançados este ano. Em três anos, o aumento da oferta de novos imóveis foi de 22%. Números que ajudam a traduzir o bom momento que a construção civil atravessa nos últimos tempos.
No ano passado, o crescimento passou de 15%. Este vai ser bem menor, 5%, mas ainda assim o setor considera um bom número.
O diretor do Siduscon de Jundiaí diz que o momento da construção civil na regiao, incluindo Jundiaí, é de crescimento constante por conta da fase dois do Minha Casa Minha Vida, das Olimpíadas e da Copa. Em 2012 o Governo Federal vai liberar ainda mais credito para a habitação, para a aquisição da casa própria. o setor da construção civil está vivendo uma fase de pleno emprego..
Uma construtora lançou o mesmo numero de unidades nos últimos dois anos. A soma chega a 800 apartamentos e terrenos. Mas os projetos mudaram. Antes eles eram mais espaçosos. A planta de dois quartos passou a ser prioridade. Tudo para atender a classe média.
Outra construtora que atua em Jundiaí, Itatiba e Americana comemora os números de 2011. Foram 1.800 unidades lançadas. O numero é quase 200% maior do que foi registrado em 2010. Para o primeiro semestre do ano que vem, 2.300 unidades já estão programadas para serem lançadas.

