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Votorantim investe pesado em crescimento
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Um banheiro mais moderno e tecnológico
Esquecido em muitas casas ou decorado apenas com o básico, os banheiros podem ser cômodos cheio de tecnologia, conforto e modernidade. Prova disso são os novos produtos da Hansgrohe, marca líder em qualidade, design e tecnologia, conhecida mundialmente como uma das referências em chuveiros e produtos de metais para banheiros e cozinhas, apresentados na Feira Revestir 2012, realizada de 06 a 12 de março. iControl mobile: controle remoto no seu banheiro Tendo como pilar a inovação tecnológica, a Hansgrohe apresenta, pela primeira vez no Brasil, o iControl mobile: aparelho que, utilizando a tecnologia wireless, permite que o banho se transforme numa experiência única. Com apenas um clique, é possível ligar o chuveiro, como em um controle remoto. Com outro clique, é possível ajustar o tipo de jato do chuveiro – de um jato volumoso para outro massageador, ou para uma cascata – e também acender luzes que ambientam o banho e o tornam ainda mais relaxante e prazeroso. O iControl é uma inovação tecnológica que complementa perfeitamente os sistemas dos chuveiros Raindance Rainfall e Raindance Rainmaker, combinando inovação, estilo em design e prazer de uso. A tecnologia adotada para é totalmente wireless, baseada em transmissão de rádio; já que a energia necessária para o sinal de rádio é gerada apenas por apertar o botão, o sistema é 100% livre de manutenção e funciona sem bateria, basta retira-lo de sua base e utilizá-lo. O sistema eletrônico do aparelho é totalmente invisível: sua base (onde estão os circuitos) é colocada na parede e apenas a base para o controle remoto fica visível. O iControl é facilmente instalado sobre o iBox – uma caixa interna que utiliza sistema de instalação embutida extremamente flexível, compatível com toda a linha Hansgrohe e Axor, e permite a instalação de duchas manuais, chuveiros, termostatos e etc, todas disponíveis em uma só saída. O produto está disponível em kits completos ou básicos e é compatível com os chuveiros Raindance Rainfall e Raindance Rainmaker. ComfortZone: a melhor combinação de conforto e design para lavatórios Um dos compromissos assumidos pela Hansgrohe durante a concepção de seus produtos é o conforto. Em seu uso, os lavatórios têm que ser confortáveis e funcionais, e os misturadores devem adaptar-se à necessidade de cada consumidor. Pensando nisso, a nova linha de misturadores Metris e os lançamentos para as linhas Talis, Focus e PuraVida oferecem ainda mais liberdade individual. A ComfortZone – área útil embaixo do misturador – pode ser individualmente determinada ao se escolher produtos com um espaço maior; o que oferece mais conforto e comodidade. A nova linha Metris oferece misturadores que variam de 100mm a 260mm em altura, que podem ser combinados perfeitamente com os hábitos de uso do consumidor e com a cuba que ele possui ou escolheu. Já os misturadores de 200mm e 260mm oferecem espaço para os consumidores que preferem cubas altas; enquanto o misturador Metris 230 oferece comodidade flexível: sua bica pode ser totalmente movida para o lado antes ou depois do uso. As linhas Talis, Focus e PuraVida também foram estendidas. As novas alturas dos misturadores também oferecem maior flexibilidade de movimentos. Os modelos Focus 70 e Talis 80 são ideais para lavabos e banheiros menores, enquanto os modelos Talis são indicados para as suítes, por serem fáceis de operar graças a sua bica rotativa em 360 graus. A nova adição à linha PuraVida é uma versão que permite instalação com somente dois furos na parede, e por isso pode ser instalado de forma flexível e a qualquer altura, e combina com lavatórios ou bacias menores. Axor Starck ShowerCollection: novos chuveiros Já conhecida pelo design minimalista e luxuoso, a Axor Starck ShowerCollection é expandida e ganha novos produtos para a área do chuveiro e da banheira. Os chuveiros de teto possuem novo formato (de 24 x 24 cm), e abrem a possibilidade para tornar o projeto do “banheiro ideal” ainda mais pessoal e personalizado, conforme as preferências estéticas e especificações arquitetônicas. Além de funcionais, os novos chuveiros tem um consumo de água relativamente baixo: sua configuração padrão é para um fluxo de cerca de 12 litros / minuto, o suficiente para um banho muito agradável – entretanto, o fluxo de água pode ser alterado para cerca de 20 litros/minuto. |
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Da Redaçã |
Vendas de cimento no país registram expansão em 2011
Aquecimento do setor da construção favoreceu negócios.
A manutenção do aquecimento do setor da construção civil em 2011 favoreceu as vendas de cimento no Brasil, que cresceram 7,3% em relação a 2010. No ano passado, o consumo nacional de cimento foi de 63,5 milhões de toneladas, ante 59, 15 milhões no exercício imediatamente anterior. Os dados são preliminares e foram divulgados ontem pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic).
Em dezembro, o aumento do volume das chuvas no país impactou o consumo nacional de cimento, que caiu 9,09% na comparação com o mês anterior. No período, as vendas do principal insumo da construção civil atingiram 5 milhões de toneladas contra 5,5 milhões apurados em novembro.
Já em relação ao mesmo período do ano passado ,quando foram consumidas 4,85 milhões de toneladas, houve crescimento de 3,5% nas vendas do insumo.
Minas Gerais, segundo afirmou recentemente o govenador Antônio Anastasia, é uma das unidades da Federação que mais tem impulsionado o crescimento da demanda por cimento no país e já se tornou, juntamente com o Estado de São Paulo, o maior mercado consumidor do insumo.
Se avaliadas as vendas por dia útil em dezembro, melhor indicador do setor uma vez que considera os dias trabalhados e os efeitos sazonais na produção Í as vendas apresentaram queda ainda maior. No mês passado, a media comercializada diariamente foi de 204,9 mil toneladas, queda de 18,7% em relação às 252 mil toneladas apuradas em novembro.
Frente a dezembro de 2010, quando o indicado apurou a venda média de 206,4 mil toneladas de cimento por dia, o resultado ficou praticamente estável, com pequena queda de 0,7%%. A comparação entre o acumulado de janeiro a dezembro de 2011 e o mesmo período de 2010, o incremento foi de 6,6% na média diária de vendas no mercado interno.
Regiões – Em dezembro, as vendas de cimento no maior mercado consumidor do produto no pais, a região Sudeste, somaram 2,31 milhões de toneladas
contra 2,7 milhões de toneladas em novembro uma queda de 14,8%. No entanto,na comparação com a demanda de 2,32 milhões de toneladas apuradas no idêntico período de 2010, o resultado foi praticamente estável.
De janeiro a dezembro, as vendas do insumo no Sudeste atingiram 31,62 milhões de toneladas, contra 29,55 milhões de toneladas apuradas no ano passado, uma alta de 7%.
As exportações de cimento no ultimo mês do ano permaneceram estáveis, o volume registrado em dezembro foi de 3 mil toneladas em dezembro. Apesar disso, em relação a dezembro no ano passado (2 mil toneladas), foi registrado aumento de 35,5 %.
No acumulado do ano, as vendas para o exterior somaram 44 mil toneladas, o que significa um incremento de 21,2% na comparação com o volume de 36 toneladas contabilizadas em exportações durante o acumulado de janeiro a dezembro de 2010.
O parque produtivo de cimento no Estado conta com 14 grandes grupos do setor,entre eles a Holcim Brasil, a Lafarge e a Cimentos Liz. As cimenteiras de Minas Gerais são resposáveis por praticamente metade da produção do insumo na região Sudeste e por 25% nacional.
Redução do IPI para materiais de construção é prorrogada até o final de 2012

Na lista dos materiais com IPI zero estão cimentos brancos (mesmo corados artificialmente); cimento comum; tintas à base de polímeros acrílicos ou vinílicos; vernizes; argamassas e concretos não refratários; dobradiças; chuveiro elétrico; Banheiras, boxes para chuveiros, pias e lavatórios de plástico; telhas em aço galvanizado; ladrilhos e placas (lajes) de cerâmica para pavimentação ou revestimento, vidrados ou esmaltados, entre outros.
Já os disjuntores terão IPI de 10%, os indutos utilizados em pintura de 2%, e os aditivos preparados para cimentos, argamassas ou concretos e outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes para construções de 5%.
Em nota oficial, o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz, apoiou a medida. “Desde o início do ano o setor de material de construção não vinha tendo o desempenho esperado. Tivemos que rever as nossas expectativas de crescimento em função deste desempenho aquém do previsto. Uma eventual volta do IPI poderia encarecer ainda mais os produtos ao consumidor final e isso acarretaria possivelmente maior queda de vendas”, defende
Para acessar o decreto, clique aqui.
Engenharia civil sustentável
Laudos e perícias contribuem para tornar edificações mais eficientes
Sabendo-se que a questão energética é estratégica para o meio ambiente, principalmente devido ao gás carbônico emitido na queima de combustíveis fósseis e florestas, fica evidente que as obras da Engenharia estão diretamente relacionadas com a problemática do efeito estufa, merecendo estudo para minimizar o caráter poluidor.
O impacto da construção civil no meio ambiente é significativo, pois as edificações consomem aproximadamente 50% da energia mundial (construção e manutenção), 25% para a indústria e os demais 25% para o transporte, de acordo com dados da Associação de Estudos Geobiológicos da Espanha, na Jornada de Bioconstruccion (Madrid 1996), estudo de Sofia Bealing & Stefan e Philip Steadman.
Outros dados importantes sobre o impacto da construção civil no meio ambiente foram destacados pelo engenheiro Luiz Henrique Ceotto, na série de artigos publicados na revista Notícias da Construção, do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em novembro de 2006.
Especial destaque para:
- Geração de 35% a 40% de todo resíduo produzido na atividade humana.
- A construção e reforma dos edifícios produzem cerca de 400 kg por habitante anualmente, volume quase igual ao do lixo urbano.
- A produção de cimento gera de 8% a 9% de todo o CO2 emitido no Brasil, sendo 6% somente na descarbonatação do calcário.
Medidas para reduzir os impactos
Dessa forma, é necessário adotar medidas para minimizar os impactos da construção civil no meio ambiente, cabendo destacar:
1. Redução do consumo de energia;
2. Redução do consumo de água;
3. Aumento da absorção da água da chuva;
4. Redução do volume de lixo e maior facilidade de reciclagem;
5. Facilidade de limpeza e manutenção;
6. Utilização de material reciclado;
7. Aumento da durabilidade do edifício;
Pode-se acrescentar também a facilidade de condições de uso e preservação ambiental das edificações, inclusive com o treinamento dos funcionários e usuários, como outro fator para evitar desperdício e poluição.
O mesmo ocorre nas demais áreas da Engenharia, pois são diversas as possibilidades de minimizar o impacto ambiental das criações, construções, destruições e reciclagens das obras.
As auditorias preconizadas pela Engenharia Diagnóstica não podem prescindir de recomendações quanto à sustentabilidade, principalmente nas fases do planejamento, projeto e execução, pois nestas etapas há possibilidades (aproximadamente 80%) de intervenções na vida útil futura de uma edificação.
É recomendável, na fase inicial, preocupar-se com a melhoria do desempenho quanto ao consumo de energia, emissão de CO2 e resíduos, em vez de fixar exclusivamente na redução de custos dos empreendimentos, como ocorre normalmente.
No decorrer da construção e manutenção restam, portanto, apenas 20% de possibilidades de intervenções que favoreçam a sustentabilidade, mas, nessas fases, ocorrem os principais gastos da vida útil da edificação, motivo de atenções quanto à economia de energia e preservação do ambiente, destacando-se a relevância do enfoque da sustentabilidade nas inspeções prediais.
Os problemas técnicos apurados nas perícias também podem merecer o enfoque da sustentabilidade, pois os reparos ou correções técnicas das anomalias devem ser executados em condições e oportunidades adequadas, inclusive com vistas ao aproveitamento máximo da vida útil do sistema
A inovação tecnológica no setor da construção civil
Uso da tecnologia pode aumentar a produtividade em canteiros de obra
A introdução de uma grande variedade de materiais, ferramentas, equipamentos, técnicas especiais, processos construtivos e administrativos voltados à construção civil, contribuindo assim para a melhoria de vários aspectos de organização, que conduzem a uma maior qualidade, reduzindo o desperdício, um dos grandes problemas enfrentados pelas empresas do setor.
Em acréscimo destaca-se o fato que a utilização destas inovações aparece como uma importante ferramenta para que as construtoras obtenham vantagens competitivas e diferenciação frente a seus concorrentes, agregando também maior eficiência às atividades de produção.
O artigo intitulado “A inovação tecnológica no setor da construção civil” apresenta a importância do uso de novas tecnologias para promover o crescimento como um todo pela industrialização dos meios necessários à sua execução. Por meio de ferramentas e equipamentos apropriados às atividades, sejam eles de execução do produto edifício ou de caráter administrativo, como consequência tem-se um produto final de melhor qualidade e a um menor custo
Demanda em construção civil atrai interesse de empresa portuguesa
Representantes da empresa Vamaro S.A, de Portugal, da área da construção civil, estão em Rio Grande desde segunda-feira, atraídos pelas demandas geradas para o setor pelos investimentos no Polo Naval do Município. Nesta quinta-feira, 14, à tarde, a delegação portuguesa esteve na Câmara de Comércio, conversando com o presidente da entidade, Paulo Somensi, mas nos dias anteriores já tinha visitado a Prefeitura, o porto rio-grandino e o Polo Naval. Hoje, farão outros contatos na cidade e em São José do Norte. A Vamaro é uma empresa de construção civil, que atua em obras públicas e particulares, em estradas e edificações, com uma ramificação em Angola.
O presidente do Conselho Administrativo da Vamaro de Portugal e de Angola, Francisco Rodrigues Vaz, falou que a empresa está estudando o mercado brasileiro com a intenção de implantar uma unidade no Brasil, em consórcio com outras firmas. Outros lugares do País já foram visitados, mas Rio Grande é o mais cotado para receber o empreendimento. Vaz observa que o Município tem bastante potencial devido ao crescimento que está registrando e que pretende indicá-lo para a implantação da nova unidade da Vamaro. De Rio Grande, a delegação retorna para Portugal, onde conversará com os acionistas, os quais decidirão sobre o assunto.
Francisco Vaz acredita que Rio Grande tem 75% de chance de ser escolhido. Em Angola, a Vamaro tem parceria com uma empresa chinesa que também está interessada em atuar aqui. Além disso, uma firma brasileira, já instalada no Município, se propõe a ser parceira da portuguesa, segundo ele. “Temos que definir rapidamente, pois percebemos que este é o momento certo. A decisão deve ocorrer em no máximo três meses”, ressaltou. Paulo Somensi colocou a estrutura da Câmara de Comércio à disposição dos empresários como referência para os primeiros contatos da firma, caso ela resolva realmente se instalar na cidade.
Integram a comitiva portuguesa, além de Vaz, Joaquim Neto, do Departamento Elétrico da Vamaro, Ezequiel Souza, do Departamento de Recursos Humanos, e Firmino Tadeu Simões, assessor jurídico, sendo que os dois últimos são brasileiros.
Dilma cita construção civil como forma de estimular economia
A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta segunda-feira o investimento na área da construção civil para estimular a economia do país num momento de crise internacional.
Segundo Dilma, o setor auxilia no crescimento econômico por gerar empregos e estimular o consumo.
“Os investimentos na construção civil beneficiam a todos nós, porque esse é um setor que gera muitos empregos. Ele ajuda a manter o mercado de trabalho aquecido, mesmo com a crise econômica internacional, que está afetando os Estados Unidos e os países da Europa”, disse a presidente no programa de rádio semanal “Café com a Presidenta”, ao comentar o programa de construção de habitações Minha Casa, Minha Vida.
“Com mais empregos e com mais consumo, a economia se mantém em crescimento.”
O governo fez na última semana um balanço da segunda etapa do programa federal de construção de casas a famílias de baixa renda, cuja meta é a contratação de 2 milhões de moradias até 2014. O investimento na segunda fase do programa é de 125,7 bilhões de reais.
De acordo com Dilma, as contratações no âmbito do Minha Casa, Minha Vida 2 chegam 354 mil moradias neste ano.
A presidente tem reiterado recentemente pedidos para que os brasileiros sigam consumindo e as empresas mantenham a produção.
Na última semana o governo lançou pacote de medidas para estimular a economia com desonerações fiscais ao setor produtivo, a produtos da linha branca, e ao mercado financeiro.
Construção civil será o grande destaque da economia brasileira em 2012
A crise internacional não está assustando a construção civil brasileira. Ao contrário, para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, há boas chances de o setor ser “o grande player” de 2012, com um crescimento projetado de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. Na cadeia, a expectativa é de crescimento ainda maior, entre 8,5% e 9%.
“Não temos problemas de recursos, de regras e nem de modelos ou projetos. E o mercado imobiliário tem batido recorde atrás de recorde, com uma previsão de recursos superior a R$ 110 bilhões, contando com os da poupança e do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço]”, disse Paulo Simão em almoço oferecido aos jornalistas especializados, em Brasília.
Parte do otimismo se deve aos reflexos do Programa Minha Casa, Minha Vida no mercado de imóveis destinados às classes média e baixa, além das obras da Copa de 2014, das Olimpíadas de 2016 e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Nós somos um dos elementos da economia que ajudarão o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise”, garantiu ele.
Desde 2004, o setor vem registrando, de acordo com a Cbic, “incremento consistente em suas atividades, deixando para trás décadas de dificuldades”. Em 2010, o PIB da construção registrou desempenho recorde, com crescimento de 11,6%. “Em 2011, nosso setor cresceu 4,8%. Trata-se de um crescimento extremamente importante, apesar de menor do que o registrado no ano anterior, porque 2010 representa uma base de comparação muito elevada”, avaliou Simão.
A situação pode ficar ainda melhor, caso se confirme a expectativa de entrada de capital estrangeiro na construção civil brasileira. “Ainda virão muitos recursos do exterior, porque esses investidores estão sem condições de investir nos outros mercados, principalmente no europeu. Isso é muito bom para nosso setor. E as medidas adotadas recentemente pelo governo favorecerão ainda mais esses investimentos [estrangeiros] em infraestrutura”, acrescentou o presidente da Cbic, ao se referir às medidas que reduziram de 6% para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em títulos privados (debêntures) de longo prazo, com prazos de vencimento superiores a quatro anos.
Mas o representante das indústrias do setor não deixou de fazer críticas severas à falta de iniciativas para a área de saneamento. “Saneamento básico no Brasil é uma vergonha e não condiz com as pretensões de sermos a quinta maior economia do mundo. Apesar dos investimentos em saneamento nunca terem sido tão grandes e robustos, sua aplicação é praticamente zero. Não chega a 10%. Faltam projetos e planejamento estratégico que levem em conta [aspectos como a situação das] bacias hidrográficas, por exemplo. O reflexo disso pode ser visto até nas mortes das crianças. Todos sabem que esse tipo de investimento ameniza gastos com saúde pública”.

